sexta-feira, 12 de agosto de 2016

II Parte - Visitas de monitoramento aos apoiados 2016

Por: Gabriela Azevedo de Aguiar - coordenadora de projetos do Instituto Rio

No mês de agosto demos continuidade às visitas de monitoramento dos projetos em execução, atualmente apoiados pelo Instituto Rio. As visitas de monitoramento são uma parte importante do processo de Apoio, uma vez que é por meio delas que podemos conhecer melhor os espaços nos quais as atividades são realizadas e conversar com os coordenadores dos projetos sobre o andamento de cada projeto.

No dia 02 de agosto de 2016, pudemos visitar dois projetos bem diferentes. No primeiro, fomos recebidos pelo Marcelo Santos, do CEAP – Centro de Articulação de Populações Marginalizadas, no local de grande parte das atividades da organização, a Praça da Merck, na Taquara. 


Figura 1- Marcelo Santos (CEAP) na Praça da Merck, na Taquara

O Instituto Rio esteve presente em um dos eventos do projeto Jacarepaguá Afrocultural, o I Encontro de Comunicação Comunitária da Zona Oeste (APA4), no Centro Cultural Profª Dyla Sylvia de Sá, em maio.



Figura 2 - Gabriela Aguiar (Instituto Rio) apresenta a Universidade Comunitária da Zona Oeste

Agora eles seguem com as programações das rodas de conversa e palestras de Combate ao Racismo e a Intolerância Religiosa por vários pontos do Rio de Janeiro. O próximo encontro já acontece hoje!






Mais tarde seguimos para visitar a sede da JAMDS - Associação Beneficente Jurema Amor nas Mãos para Deficientes e Surdos, em Paciência. Lá encontramos a equipe e voluntárias produzindo e organizando materiais para a Feira de Artesanato prevista para o sábado seguinte.





Figura 3 - voluntária com Eli Esteves (à direita), da equipe da JAMDS, na sede da organização

Da sede fomos ao encontro da Jurema Duarte e da animada turma do Curso de Iniciação de Libras, no Posto de Saúde, que faz parte do projeto de formação de intérpretes de Libras, Mãos que Falam com Amor. Foi muito bom aprender um pouco – bom, pelo menos a pedir um café sem açúcar!



Figura 4 - Aula de Libras

Também descobrimos que a Jurema foi convidada para levar a tocha olímpica no dia seguinte, como uma liderança da zona oeste!




Figura 5 - Jurema pronta para carregar a tocha olímpica




Figura 6 - Jurema (JAMDS) carregando a tocha


No dia seguinte, fomos visitar o canto colorido e aconchegante das Mulheres de Pedra, em Pedra de Guaratiba, repleto de artesanatos, avisos de oficinas de tranças, eventos musicais e uma charmosa hospedagem com alguns quartos ocupados. Fomos recepcionados pela Leila de Souza Netto e várias meninas da equipe.


Figura 7 - Parte da equipe de Mulheres de Pedra

Contaram um pouco sobre as atividades do projeto SolidArte II - trançar caminhos femininos através da economia solidária, a preparação para o Festival de Economia Solidária, as oficinas de Teatro Feminino Negro – Performance e Contação, que estão sendo preparadas para outubro, e o sucesso do evento VIVAS Mulheres Negras em Festa, com o Lançamento do Livro "Histórias de Leves Enganos e Parecenças" (da escritora Conceição Evaristo). O sucesso foi tamanho que levaram o VIVAS para o Museu Da Justiça no mês seguinte e, hoje (!) estarão na Caixa Cultural, a partir das 18h.




Figura 8 - Propaganda da Oficina de Trança –
Mulheres de Pedra


A integração com os outros apoiados também tem dado bons frutos, na apresentação do VIVAS, com a presença da Cristina Eledá:



Figura 9 - Integração Jongo Eledá e Mulheres de Pedra no evento VIVAS!

Já esta semana, no dia 10 de agosto, fomos ao Museu Casa Bumba Meu Boi Em Movimento, da organização Raízes de Gericinó, que fica no Catiri, Bangu.


Figura 10 - Museu Casa Bumba Meu Boi Em Movimento - Raízes de Gericinó

Além de mostrar o espaço do museu e contar um pouco da história do Bumba Meu Boi e de como ela trabalha para manter viva a cultura popular que sua família trouxe do Maranhão, Auricélia Mercês, mostrou as fotos do Arraial Flor da Roça, que foi um sucesso e das outras atividades já realizadas, como a participação na 14ª semana Nacional de Museus.



Figura 11 - Auricélia Mercês (Raízes de Gericinó) no Museu Casa Bumba Meu Boi

As aulas de capoeira para as crianças e jovens seguem a todo vapor pelo projeto Museu Casa Bumba Meu Boi, e agora também contam com aulas de jiu-jitsu no espaço. Estão ainda previstas palestras para o segundo semestre – fique de olho na programação da Universidade Comunitária!

Mas não pararam por aí. Articulados com a associação de moradores e, depois de um abaixo-assinado, estão vendo uma quadra de esportes ser construída, pela Prefeitura, em frente ao Museu.


Figura 12 - Quadra em construção em frente ao Museu Casa Bumba Meu Boi

De lá fomos conhecer um pouco o espaço do Centro Cultural História Que Eu Conto, em Vila Aliança, Bangu, e recebidos pelo Samuca (também conhecido como Samuel Araújo), a Rosiani Lau Pacheco, a Agatha Leite e a estagiária Jéssica.


Figura 13 - Samuca, Rosiani, Jessica e Aghata, todos do CCHC, e Gabriela, do Instituto Rio.

Eles contaram animados sobre a evolução da companhia de teatro com cerca de 40 jovens e as oficinas socioeducativas semanais, ações que fazem parte do projeto Cia de Teatro Facilitadores da Paz. Já fizeram apresentação no Raízes de Gericinó, há uma prevista no ISCE, em Santa Cruz, e devem estreitar ainda mais a relação com o pessoal do Cine Oeste, que também tem anunciado suas atividades na agenda da Rede da Universidade Comunitária da Zona Oeste. 



Figura 14 - um dos espaços de trabalho com os jovens no CCHC


Em breve mais notícias sobre os apoiados de 2016 e também sobre os antigos apoiados do Instituto Rio!

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